2011
Mais um ano passou e com ele muitas emoções vividas. Foi um ano que começou com um acontecimento inesperado, que me deu o melhor e o pior de 2011. Ainda assim, o balanço é muito positivo, pois em momento algum senti que estivesse a regredir no meu desenvolvimento pessoal. Aprendi. Assimilei. Evoluí.
Uma grande falha foi o reduzido número de livros que li:
À Espera no Centeio, J. D. Salinger
No teu deserto, Miguel Sousa Tavares
O Riso de Deus, António Alçada Baptista
O Palácio da Lua, Paul Auster
Memória de Elefante, António Lobo Antunes
Paris é uma festa, Ernest Hemingway (interrompi para ler o Comer, Orar, Amar)
Comer, Orar, Amar, Elizabeth Gilbert (ainda estou a ler)
Fiz um curso na Escrever, Escrever sobre o Novo Acordo Ortográfico que me ajudou a entender os benefícios e a aplicá-lo desde logo.
Vi muitos filmes no cinema, donde destaco os que mais me marcaram:
The Last Station, Michael Hoffman
The King's Speech, Tom Hooper
Midnight in Paris, Woody Allen
Contagion, Steven Soderbergh
The skin I live in, Pedro Almodóvar
Habemus Papam, Nanni Moretti
Melancholia, Lars von Trier
E todos os que vi na Cinemateca, no Indie e os da minha coleção de DVD's, que aumentou substancialmente.
Este foi também o ano em que vi todos os episódios da série LOST, que me roubou horas de sono.
Concertos:
Ölga
OML e Coro Sinfónico Lisboa Cantat
Orquestra Gulbenkian
Dias da Música: Orquestra de Câmara Portuguesa e Mário Laginha & Bernardo Sassetti
Estoril Jazz: Mário Laginha Trio e Joe Lovano Quarteto
Coldplay
Teatro/Ópera:
O Senhor Puntila e o seu criado Matti
Rigoletto
Wojtyla
Maria, Cavakov e tudo o mais!
Casamento em jogo
Viagens:
Valência (em trabalho)
Amesterdão
Madrid (em trabalho)
Visitei o Jardim Botânico e o Jardim Botânico Tropical. Fiz passeios de TT fantásticos na Comporta, em várias zonas do Alentejo, em São Martinho do Porto e no Caramulo. Andei no ferry boat que liga Setúbal à Comporta. Fiz o percurso completo do elétrico 28. Fui ver exposições ao Museu do Oriente, ao Museu de Arte Popular, ao CCB, ao Museu Gulbenkian e à Fundação Arpad-Szenes. Vi ainda as fantásticas exposições do World Press Photo e do World Press Cartoon. Voltei a fazer BTT e continuei a praticar yoga. Reforcei a minha fé. Voltei a estudar, inscrevendo-me num Mestrado em Economia Monetária e Financeira.
E para além das conversas em almoços, lanches e jantares, recordo com muita alegria os momentos de convívio em casa da Ana Maria, os outros em casa da Catu e as idas ao cinema com a Su.
Apaixonei-me, amei, desiludi-me mas, mais uma vez, vivi e estou grata por isso.
Venha mais um ano!
Subscrever:
Enviar feedback (Atom)
Sem comentários:
Enviar um comentário