Orquestra Gulbenkian

 
A música tem o poder de nos alinhar por dentro. Os grandes compositores deram ao mundo dos homens uma dádiva única de alimento para a alma. De certo modo, foram deuses que estiveram entre nós, muitas vezes, de forma humilde e com uma total entrega à causa a que se dedicaram, e que foi esta melodia que nos embala nos vários momentos das nossas vidas, um fluir em comunhão com o que é belo e transcendente.

Quem não conhece a Fundação Calouste Gulbenkian deve procurar suprir essa enorme falha muito brevemente. São vários os motivos para ir até este espaço no coração de Lisboa. Por um lado, para ouvir o que de melhor se produz em termos musicais a nível nacional e internacional, por outro, para desfrutar do belíssimo jardim, que é um dos pulmões da cidade, e que tem recantos abolutamente maravilhosos: um lago e um anfiteatro ao ar livre; que permite passeios solitários, românticos ou em família, desfrutando dos sons e cheiros da natureza. Depois, há ainda o Centro de Arte Moderna e as suas interessantíssimas exposições.

Para mim, a Gulbekian faz parte das minhas rotinas culturais e de lazer e sempre que posso vou até lá. A última ida à Gulbenkian foi para assistir a um grandioso concerto da Orquestra Gulbenkian, dirigido pela fabulosa maestrina Joana Carneiro e com participação do grande pianista Sequeira Costa, interpretando peças de Esa-Pekka Salonen, Sergei Rachmaninov e Béla Bartók. Uma maravilha!

Consultem a programação online e não deixem de alimentar esta fonte de vida e bem-estar.

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