A Lot Like Love
Será que o Amor é mesmo um acto irracional? Sempre ouvi dizer que, por Amor, cometem-se as maiores loucuras. Só quando amamos verdadeiramente nos reencontramos com aquilo que somos.
O Amor pode também ser uma desculpa para justificarmos a nossa falta de vontade em conduzir os nossos sentimentos e as nossas emoções por um padrão de regras que pré-definimos para as nossas vidas.
Na adolescência pensamos que a vida se resume a:
1) tirar um curso;
2) arranjar um emprego;
3) encontrar o homem/mulher ideal;
4) casar:
5) ter filhos.
Se a vida fosse assim tão simples as editoras, produtoras e todo o pessoal das artes iriam inevitavelmente à falência. Não seriam mais necessários tantos livros e tantos filmes com histórias magníficas sobre como encontrar e perder o Amor.
Esta força poderosa, que conduz o universo, não pode ser traduzida, é uma experiência individual, que temos a obrigação de partilhar com todos os seres com os quais co-existimos.
Eu acredito no destino, em almas gémeas, em desígnios maiores que nós mesmos. Tenho a profunda convicção que, quando abrimos o coração, o universo encarrega-se de nos encher de Amor. Por isso, o meu conselho para todos os que já objectivaram as suas vidas, de tal forma que se inibem de amar, é que pelo menos, por um dia, deixem a check list de lado, saiam para a rua, dancem à chuva, riam com vontade e dêm e recebam Amor, com a alegria de uma criança feliz, pela descoberta mágica que acaba de trazer para a sua vida.
E deixo-vos uma sugestão cinematográfica para reflectirem sobre tudo o que escrevi acima: A Lot Like Love.
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